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4 de ago. de 2011

Liberdade, até que ponto?

Ao “navegar” pelo meu twitter, me deparei com a seguinte notícia:

Em seis meses, o número de vírus para Android dobra.

Link da matéria:
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/08/em-seis-meses-o-numero-de-virus-para-android-dobra.html

A notícia não é nada animadora, principalmente para os consumidores: apenas neste último semestre, o número de vírus que atingem os usuários de Android dobrou em relação ao período anterior.

Este número foi levantado pela empresa Lookout e reflete o que acontece com um sistema operacional que se torna extremamente popular. É um processo similar ao que acontece com o Windows, o sistema operacional mais utilizado em todo o planeta, que conta com milhões de vírus e outros vários que aparecem a cada dia.

A pesquisa realizada mostra que já há 500 mil usuários do sistema operacional móvel do Google, o Android, que estão infectados de alguma forma com apps maliciosos nestes seis meses que se passaram.

Neste período, o número de aplicativos que oferecem risco aos usuários saltou de 80 para 400, e os dois vírus mais comuns encontrados nos usuários são o DroidDream e GGTracker, sendo o primeiro encontrado em mais de 80 aplicativos diferentes, tomando conta de todo o aparelho.

Já o GGTracker é o primeiro vírus do Android que tem como objetivo o roubo de dinheiro, já que inclui o número de celular em serviços premium de mensagens que cobram entre US$ 10 e US$ 50 por cada serviço ao usuário.

O método mais comum de ataque é o de redirecionar o usuário para um site onde é feito o download do vírus por links, geralmente em propagandas dentro dos apps. Parece que a época em que os celulares estavam livres de qualquer vírus chegou ao fim.

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Bom, a pergunta mágica é: Até que ponto essa “liberdade” traria benefícios, partindo da idéia de que os aplicativos não passam por uma “validação”, ao se instalar um aplicativo da própria “loja” do OS, e nele encontrar um vírus, trojan, etc ?

Opinião do Editor:
Concordo que a idéia de ser “livre” é fantástica, mas abre um leque de opções para pessoas mal intencionadas.